terça-feira, fevereiro 24, 2026
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Obra de macrodrenagem é retomada em Balneário Camboriú

Intervenções no molhe do Pontal Norte também começaram nesta segunda-feira (23); acesso provisório foi criado para garantir a circulação dos pedestres

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A megaobra de macrodrenagem que está sendo realizada em Balneário Camboriú foi retomada nesta segunda-feira (23). Os trabalhos haviam sido paralisados durante a alta temporada de verão e agora voltam com força total. Novas aduelas chegaram à Praia Central para dar continuidade à implantação da galeria pluvial, no trecho que se estende das proximidades da Rua 1001 em direção à Rua 2000.

Também tiveram início as intervenções no molhe do Pontal Norte – etapa necessária para conectar a galeria da orla ao Canal do Marambaia. Para viabilizar os trabalhos, o acesso principal ao molhe foi temporariamente interditado. Um acesso provisório foi implantado para garantir que moradores e turistas continuem usufruindo do espaço com segurança.

“Fizemos uma rampa de acesso para que moradores e turistas possam passear pelo molhe. Ela é de areia, simples, pois se trata de uma estrutura provisória. Reforço o pedido para que todos mantenham uma distância segura das máquinas e respeitem a demarcação da obra enquanto estiver sendo executada”, frisou o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, Carlos Humberto Silva.

A previsão é de que esta etapa seja concluída em aproximadamente 60 dias. Na sequência, o espaço será revitalizado.

Sobre a obra

Com investimento de R$ 53 milhões, abrangendo as etapas Norte e Sul, a maior obra de macrodrenagem do Brasil tem como principais objetivos proteger a faixa de areia e o novo calçadão da orla de Balneário Camboriú, e reduzir de forma significativa os riscos de alagamentos em períodos de chuvas intensas.

A obra será feita em duas etapas, sendo a primeira na região Norte, que prevê o uso de 5.290 unidades de aduelas de concreto armado pré-fabricadas e a instalação de galerias subterrâneas ao longo de 2,4 km, conectando a Rua 2000 ao Canal do Marambaia.

Essas estruturas contarão com extravasores de emergência, que funcionam como válvulas de segurança. Eles permitem o escoamento do excesso de água, garantindo a proteção da cidade caso a capacidade total da rede de macrodrenagem seja atingida.

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