Agentes perdem cargos e recebem penas de quase três anos de prisão por crime cometido durante abordagem em passarela
Dois guardas municipais de Balneário Camboriú foram condenados a dois anos e nove meses de prisão, além da perda de seus cargos, pelo crime de tortura contra um homem com deficiência intelectual. A ação, ajuizada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), detalha um episódio de extrema violência ocorrido em janeiro de 2024.

A vítima foi algemada e colocada no porta-malas de uma viatura, sendo levada para um matagal no bairro Várzea do Ranchinho, onde sofreu intenso sofrimento físico e psicológico, incluindo agressões e humilhações. Após ser abandonada desacordada, foi resgatada por funcionários da concessionária Arteris na BR-101.
O Juízo da 1ª Vara Criminal da Comarca determinou, além das penas privativas de liberdade, a proibição de contato dos agentes com a vítima, familiares e testemunhas. O caso expõe uma grave violação de direitos humanos e gera repercussão em Balneário Camboriú.
















