Empresas têm prazo para apresentar medidas de manutenção e cuidados com o local
A prefeita de Balneário Camboriú, Juliana Pavan, se reuniu nesta terça-feira (23) com as empresas responsáveis pela execução e fiscalização da obra de macrodrenagem da cidade, para cobrar atenção à qualidade, cumprimento de prazos e manutenção do entorno.
Participaram da reunião a NAJ Empreiteira, responsável pela execução; a Azimute, encarregada da fiscalização; e a Paulista Terraplanagem, responsável pela demolição dos quiosques da orla. Também estiveram presentes representantes das secretarias municipais de Planejamento, Obras e Governo, Inovação e Orçamento (Segov), além da Empresa Municipal de Água e Saneamento (EMASA).
Durante o encontro, a prefeita destacou a importância de cuidar da zeladoria e do aspecto visual do entorno da obra. “A minha cobrança é a cobrança do povo. Toda obra gera transtornos, mas é preciso cuidar de todo o ambiente ao redor. Limpeza, organização e capricho com o aspecto visual também devem fazer parte deste projeto. Quero ressaltar que a cobrança aqui não se refere à qualidade da construção ou à execução das galerias, mas à zeladoria do espaço por onde a obra passa. Cada detalhe precisa ser observado, porque uma cidade inteira aguarda essa importante obra”, afirmou.
Foi determinado que as empresas apresentem até sexta-feira (26) um cronograma detalhado das etapas de execução da obra e das ações de manutenção do entorno.
Sobre a macrodrenagem
Com investimento de R$ 53 milhões, a obra de macrodrenagem de Balneário Camboriú é considerada a maior do Brasil e engloba as etapas Norte e Sul. O projeto tem como principais objetivos proteger a faixa de areia e o novo calçadão da orla, além de reduzir significativamente o risco de alagamentos em períodos de chuvas intensas.
A primeira etapa da obra, na região Norte, prevê a instalação de 5.290 unidades de aduelas de concreto armado pré-fabricadas e a construção de galerias subterrâneas ao longo de 2,4 km, conectando a Rua 2000 ao Canal do Marambaia. As estruturas contarão com extravasores de emergência, que funcionam como válvulas de segurança, permitindo o escoamento do excesso de água e garantindo a proteção da cidade caso a capacidade total da rede seja atingida.
















